O atual integrante do comitê gestor foi peça fundamental para que o Projete saísse do papel e se tornasse uma realidade de sucesso.

Essa história começa um pouco antes do nascimento do Projete, em 2013, com um encontro entre o integrante do comitê gestor Jonas Mariano Ricobello e o idealizador Roberto Biaggi. Conhecendo o trabalho Ações do Bem, promovido por Roberto e pela Revide mapeando ONGs da cidade, Jonas percebeu a sinergia entre este projeto com o PWC Cidadania, que capacitava jovens no ramo econômico e administrativo.

A conversa entre os dois surgiu com a ideia de utilizar o mapeamento do Ações do Bem para captar jovens dessas ONGs e entidades para o PWC Cidadania. Mas Roberto tinha um sonho maior, onde pudesse envolver escolas públicas e trazer um conteúdo mais amplo, falando sobre mercado de trabalho, cidadania, solidariedade, estudo, empatia e tantos outros valores. Jonas, agraciado com a ideia, fez a conversa evoluir.

No mesmo ano, PWC e Maubisa eram os sócios dessa grande ideia que hoje, chamamos de Projete. Foi através destas conversas que começaram as buscas por empresas parceiras, investimento, expansão do curso para jovens de escolas públicas e melhorias no conteúdo ensinado.

“A Maubisa se engajou muito para colocar o projeto de pé e trazer empresas parceiras. A gente fez uma divisão, dividimos 3/4 empresas parceiras pra cada pessoa e saímos pra de fato vender o projete, pra conseguir esse primeiro orçamento, essa primeira rodada de investimentos e ai em 2013 a gente de fato começa com a estrutura que teve até ano passado e tivemos várias mudanças no meio do caminho”, comenta Jonas.

Jonas Mariano Ricobello

Sua contribuição para o Projete não parou por aí. Sempre empenhado em trazer o melhor para os jovens e todas as atualidades possíveis, Jonas se inspirou no MBA que fez na França para trazer o Hackathon a grade de programação. Entre os programas ‘queridinhos’ dos jovens, a ideia busca conectá-los a tecnologia dando liberdade para que criem um aplicativo que possa solucionar um problema, ajudar pessoas, trazer investimentos, movimentar negócios, entre tantas outras possibilidades.

“O hackathon para mim é um momento especial, óbvio que sempre vou olhar para ele com um gostinho de filho, pois nasceu de uma experiência e foi uma mudança significativa. A gente foi e levou um assunto super atual para o Projete, a gente estava precisando. Eles chegam lá completamente desanimados, e quando você fala que eles vão ter que sair de lá com um projeto funcionando e que vai ser avaliado por uma banca e que eles defendem, a grande maioria acredita que não é possível. E aí depois de implementadas as ferramentas e as aulas, do coaching que eles recebem, eles vão colocando o negócio em produção e quando o resultado é implementado é notório o contentamento deles, eles olham aquilo e falam ‘poxa, a gente foi capaz de colocar o negócio de pé’”, comenta orgulhoso.

Com sete anos de sucesso, formando mais de 600 jovens e podendo capacitá-los para o mercado de trabalho, Jonas vê a trajetória do Projete apenas no começo, pretendendo expandir a ideia ainda mais longe.

“Eu tenho a sensação de que o Projete foi igual plantar uma árvore, passa 10 anos e você vê uma árvore gigantesca e pensa como que pode estar daquele tamanho, e você lembra que só chegou daquele tamanho porque você plantou uma sementinha. Me encho de orgulho de saber que eu fui talvez o responsável pelo nascimento desse negócio. A gente sabe da importância que ele já tem na cidade de Ribeirão, vamos achar uma forma de escalar – o Projete- muito rápida, seja por experiências passadas que são trazendo empresas parceiras que possam replicar o Projete nas regiões em que atuam ou por nós mesmos, agora com o digital acaba ficando mais fácil. Nos leva a imaginar o tamanho que podemos ser”, conclui.

Texto escrito por Bruna Martinelli

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